Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde emocional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde emocional. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 20 de abril de 2010

Inseparáveis


Pode ser um peluche, uma manta, uma fralda ou a sua chucha preferida... Estes são alguns dos possíveis objectos de transição tão importantes na segurança e saúde emocional do bebé.
A chegada de um irmão, a entrada na creche, uma ida ao pediatra poderão ser momentos difíceis para o bebé, o objecto de transição ajudará a ultrapassar estes momentos com êxito.
O objecto de transição ajudá-lo-á a desenvolver as suas emoções e a superar situações desconhecidas.
É importante não ridicularizar a criança nem pretender que esta rompa de vez com a "dependência" do objecto. Ela própria, sozinha, acabará por aos poucos deixar.
Uma das questões mais colocadas pelos pais é o facto de raramente conseguirem lavar "este amiguinho" do filho, devemos ter consciência que as crianças sentem-se protegidas devido ao tacto e principalmente ao odor do objecto. Ao colocar na máquina corre-se o risco de alterar esses dois factores e a partir desse momento a criança não reconhecerá o "amigo". Como tal, sugiro que se faça uma limpeza manual em conjunto com a criança. Desta forma ensinar-lhe-á a cuidar dos outros.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Um miúdo fixe como eu - um história adaptada pela Juca



Saúde emocional no Jardim de infância, tal como a saúde física e a saúde social são aspectos que devem ser amplamente valorizadas nos nossos projectos e acções que desenvolvemos com as crianças. 

Alguns colaboradores deste blog/site publicam e partilham regularmente várias estratégias para trabalhar a temática. Se repararem, a valorização que é dada a determinados assuntos e estratégias educativas espelham  o perfil do educador promotor da saúde e do bem-estar da criança. 

Quem visita os blogs Bloguefólio e Pré-histórias certamente já ouviu falar de uma certa SALA FIXE, com meninos FIXES, estagiárias FIXES, pais FIXES e uma educadora SUPER-FIXE. 
É esta a educadora que andou às voltas com "UM MIÚDO FIXE COMO EU". 
É esta a educadora que coloca aos serviço dos outros, o seu saber e o seu ser.  

As suas palavras: 

"Espero que gostem...
Trata-se de uma história que aborda as questões da saúde, mas não da saúde física, antes da saúde emocional que, no caso dos mais pequenos, nem sempre é devidamente valorizada...
Não é minha, foi apenas traduzida e formatada por mim, pois achei-a muito interessante para trabalhar com as crianças". JUCA 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A escola dos sentidos

Por Glicéria Gil 


O conceito existe mas nunca tinha sido aplicado no nosso país. A primeira escola dos sentidos, para despertar emoções e reacções espontâneas, será erguida na Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia. Mais do que uma estrutura física de betão, construída tijolo a tijolo, o espaço tem uma filosofia que trespassa paredes. A escola será um espaço aberto à cidade. Pais, alunos, professores, familiares, cidadãos terão acesso à sala de estudo e à biblioteca, de forma a incentivar a partilha de experiências e a troca de ideias entre diferentes gerações, e poderão almoçar ou lanchar no estabelecimento de ensino. 

in Educare.pt e http://www.arquitectura.pt/forum/f29/gaia-escola-sentidos-joaquim-massena-14111.html


Também poderá querer conhecer a Universidade dos sentidos  mas esta não é em Portugal. Uma vista de olhos rápida e ficamos a conhecer o currículo dos 5 sentidos ... 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Em dias de frio e neve... leituras quentinhas

Depois do desafio lançado pela Glicéria e de abrir a janela e ver tudo branco, folheei o livro «Um dia de Tempestade», da editora Educação Nacional. Trata-se de um apelo aos sentidos: escutar a deliciosa história, observar as belíssimas ilustrações e seguir com os dedos o percurso do gorro, do cachecol e das luvas. A agasalhar a história, conta-se ainda com os valores da amizade e da generosidade.


Boas leituras!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A caixa mágica

Por Glicéria Gil
A caixa mágica é uma história para prevenção do bullying e que pode e deve ser utilizada junto de crianças que suspeitamos serem vítimas de violência. Muitas pessoas pensam que a agressão física e verbal inerente ao bullying só aparece na  idade escolar e na adolescência. Mas, o bullying entre as crianças em idade pré-escolar é mais frequente do que habitualmente se pensa. Como os comportamentos atípicos são mais evidentes e mais recorrentes nessas crianças e adolescentes é vulgar que exista uma tendência para não darmos a devida importância a relações menos ajustados que emergem em idades precoces. Acresce que não é fácil distinguir um comportamento e uma interacção dita "normal" de um comportamento tipo bullying.
Mais recursos 
1º Congresso Internacional em Estudos da Criança   Braga-2008 

domingo, 8 de novembro de 2009

Uma casa cheia de emoções

Por Glicéria Gil

Dando continuidade ao post da Margarida divulgo um kit para trabalhar as emoções. Muitos jardins-de-infância já o devem ter, mas em todo o caso fica aqui para download o pdf de apresentação que fornece boas ideias para a construção dos nossos próprios materiais.



A versão portuguesa é editada pelo:

  • Uma casa cheia de emoções - Estúdio Didáctico (PT) 
  • A House Full Emotions is a production of CEGO PUBLISHERS
  • Authors

    Ferre Laevers
    Nand Cuvelier
    Julia Moons
    Annie Debue
    Artwork
    Kris Nauwelaerts
    Design
    Luc Vandecruys


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

«Crianças Solidárias»


Vai arrancar em Novembro a segunda edição da campanha «Crianças Solidárias» da Imaginarium, que distribuirá caixa de sapatos com presentes por crianças de todo o mundo em situação precária.
A campanha decorre de 1 a 14 de Novembro.
Os mais novos vão fazer caixas de sapatos personalizadas na escola ou em casa, enchendo-as com prendas como brinquedos ou roupa, para distribuir por crianças dos 0 aos 10 anos em situações difíceis (orfanatos, hospitais, famílias de adopção com conflitos).
Os mais solidários poderão participar, elaborando a sua caixa e entregando-a em qualquer loja da Imaginarium, segundo o divulgado em comunicado.
As caixas podem ser decoradas com desenhos ou autocolantes, mas têm que estar feitas de modo a poderem ser abertas (para verificações de segurança e alfandegárias).
Cada uma da caixas entregues deve explicar por fora se é dirigida a um menino ou a uma menina, indicando a idade aproximada do destinatário.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Balão Vermelho II




Iran, 1971. Produced by Raoul Servais, music by Lucien Goethals, written, animated, and directed by Noureddin Zarrinkelk

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O peixinho dourado

Por Glicéria Gil

Clicar para aumentar

Em tempo de descanso, olhar o mar, o céu, sentir os grãozinhos de areia entre os dedos dos pés, suspirar, fechar os olhos, não pensar em nada ... comer um cracker, um goldfish, dar um mergulho, nadar daqui até além...
Passe a publicidade mas não é que o Fishful Guide é um óptimo recurso para preparar o início do ano lectivo. Surgem imediatamente em catapulta...Qual a nossa filosofia educativa? Porque educamos? Como educamos? Quem educamos? O que esperamos? O que esperam de nós? O que damos e recebemos? O que ganhamos e perdemos? e por aí fora...
Quando se vê ou se quer ver o mundo a preto e branco aparece sempre uma pontinha de "cor" para equilibrar essa desarmonia. Pelo menos eu acredito que sim. E já são muitos anos a acreditar. Ontem foi o encarnado, hoje é o dourado (laranja).

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O balão vermelho

Por Glicéria Gil




O balão vermelho filme dirigido por Albert Lamorisse, filmado em Menilmontat Paris. Incide nas aventuras de Pascal Lamorisse e um seu amigo muito especial. Ganhou um Óscar e a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1956.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Sentimentos à flor da pele

Por Glicéria Gil



"La escuela ha cerrado sus puertas a los sentimientos, se nos dice, como si los pudiésemos dejar fuera. Recuerdo mis temores en los pri meros días de escuela, la angustia ante el examen, mis miedos y mis ale grías, que todo hubo en mi dilatado proceso educativo. Lo cierto es que, los contenidos sentimentales, no se han trabajado explícitamente y, como consecuencia, se nos han colado, entre los dedos, los sentimien tos no deseados."

O tempo do (re) começo aproxima-se e com ele algumas incertezas, angústias, expectativas... tempo de ser e estar, tempo nosso e dos outros.Tempo de adaptação, socialização. Tempo de olhar, ver e observar. Tempo de sentir e permitir.
Deve ser por isso que ato sentimentos com palavras, procurando razões para simplificar, para o tal bem-estar ... Sempre o sentir. Por isso leio Cristóbal Gómez Mayorga.

domingo, 17 de maio de 2009

Caixa de Primeiros Socorros

Não para cuidar de ferimentos ou maleitas... antes para a saúde emocional!

Uma brincadeira (adaptada a partir de apresentação recebida por e-mail) que faz sentido.

sábado, 9 de maio de 2009

A criança e o luto

Quer seja um animal de estimação, uma pessoa da família ou alguém conhecido que morre, chega um momento, na vida das crianças em que estas se deparam com a morte e tem que lidar com emoções e sentimentos muitas vezes contraditórios causadores de grande sofrimento. Para os adultos não é muito fácil falar sobre o assunto com as crianças, mas todos nós já tivemos, em algum momento da nossa profissão de lidar com situações de morte, sofrimento e luto.
Perante a morte de alguém, as crianças necessitam de saber a verdade. Não necessitam de eufemismos, tais como dizer que a pessoa ou animal que morreu foi fazer uma longa viagem, está num sono eterno ou foi para o céu. Não devemos deixar sozinha a criança que está a sofrer, mas também não devemos força-la a falar sobre o que aconteceu.Contudo, é  importante que a criança perceba que a pessoa que a escuta está atenta ao seu sofrimento.
Pergunte à criança se ela quer contar aos colegas o que aconteceu ou se prefere que você o faça. Em ambas as situações reúna as crianças e, depois de comunicado o facto, pergunte se alguém já passou pela mesma situação. Utilize filmes como o Rei leão e o Bambi para falar sobre o assunto. 
Quando falecer alguém conhecido (artista ou pessoa importante na comunidade), não perca a oportunidade de conversar sobre o facto. Explique o que é um cemitério, por que as pessoas são enterradas, o que é um velório etc.
Se conhecer histórias/livros que falam sobre a morte e o luto, ou se quiser relatar alguma situação, já sabe que aqui no Jardins Saudáveis teremos todo o gosto em divulgar e partilhar. 
No ABRIR e FECHAR dou um exemplo de duas histórias brasileiras que abordam o tema da morte, uma de Rubem Alves e outra de Leo Buscaglia. Destinam-se a crianças mais velhas, mas podem perfeitamente ser adaptadas para as crianças em idade pré-escolar. 
Mais sobre este assunto aqui